sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Estresse Organizacional













              Retornaremos hoje a um assunto que tem sido debatido muito atualmente, o estresse nas organizações. Na postagem anterior muito foi esclarecido sobre o assunto, e hoje daremos continuação com um pouco mais de informações sobre esse mal que assombra a todos atualmente.
         O estresse é uma condição dinâmica na qual um indivíduo é confrontado com uma oportunidade, limitação ou demanda em relação a alguma coisa que ele deseja e cujo resultado é percebido, simultaneamente, como importante e incerto. O estresse pode ser percebido de diversas maneiras, como citado no post anterior, a pessoa pode apresentar pressão alta, úlcera, irritabilidade, dificuldade para tomar decisões rotineiras, perda de apetite ou propensão a acidentes, que resumidamente são problemas físicos, psicológicos e comportamentais.
            Os custos relacionados com o estresse no ambiente de trabalho são em altos. Nos Estados Unidos, estima-se que gire em torno de 200 e 300 bilhões de dólares, causados por absenteísmos, queda de produtividade, aumento da rotatividade, acidentes, indenizações.
               O estresse nem sempre é tão ruim, mas quando ele se torna disfuncional é necessário reduzi-lo, deve-se começar pela seleção de pessoal, assegurar que as habilidades do contratado sejam adequadas às demandas do trabalho; melhoria na comunicação organizacional formal, para que não ocorram ambiguidades; programas de fixação de objetivos que esclareça responsabilidades e metas de desempenho bem definidas. Se o estresse for resultante de tédio ou sobrecarga, as tarefas devem ser revistas para aumentar os desafios ou aliviar excesso de trabalho.
          Segue abaixo o link de um vídeo que explica de uma forma bem clara o que é o estresse organizacional, suas causas e como tentar evitá-lo.

https://www.youtube.com/watch?v=7hGnz_FXxCc

         Como podemos perceber são vários os fatores que levam os indivíduos a terem níveis de estresse muito elevados, por isso se torna necessário estudos para que ajudem a todos a se prevenirem e até mesmo para as organizações tomarem medidas para a melhoria da qualidade de trabalho para os funcionários. Segue um reportagem da revista exame que fala das 11 maiores causas do estresse no trabalho, que muito pode contribuir para que sendo identificadas, possam ser controladas e evitadas.


         
        Segue abaixo como complemento um artigo sobre "Estresse nas organizações e sua influência na produtividade", que fala sobre como é impacto do estresse dentro das organizações e como este pode afetar a vida pessoal e a produtividade de cada membro atingido. E o link de um vídeo com 11 maneiras para evitar que o estresse atrapalhe a vida pessoal.

Artigo:

http://www.aems.edu.br/iniciacao-cientifica/download/9d04a0bdbf.pdf

Vídeo:

https://www.youtube.com/watch?v=fxplWNau4z4

Referências

ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. 8.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009                               


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

A importância da Cultura Organizacional

Fonte: Google Imagens

A cultura organizacional é responsável por reunir os hábitos, comportamentos, crenças, valores éticos e morais e as políticas internas e externas de uma empresa. Uma boa cultura pode motivar os colaboradores e ajudá-los a crescer junto com a empresa, assim como uma cultura “desorganizacional” pode empurrar a empresa e os funcionários para problemas de produtividade e no ambiente de trabalho.
Dessa forma podemos entender que a cultura organizacional levar a empresa para um caminho de sucesso, levando em consideração os funcionários e como eles irão agir dentro do negócio, é muito importante que exista uma cultura organizacional forte em uma empresa, e que esta esteja presente nas atividades de todos os funcionários.. Para garantir uma maior satisfação dos clientes e maiores lucros a empresas podem investir em uma gestão de pessoas e uma cultura organizacional de boa qualidade.
Todos os colaboradores da empresa devem estar bem alinhados com a visão, a missão e valores da empresa, pois caso contrário podem ter um comportamento incompatível com o que a empresa desejar transmitir aos clientes. Dessa forma podemos observar que qualquer colaborador que esteja desalinhado com o que a empresa deseja transmitir pode passar uma impressão ruim.
Uma cultura organizacional eficiente pode transformar o ambiente de uma organização, trazendo mais objetividade, produtividade e harmonia entre todos os envolvidos.
No vídeo abaixo a cultura é citada como algo que pode trazer novas experiências e satisfação aos clientes, como uma nova paixão pelo tratamento recebido e pela imagem que a empresa passa.




No artigo a seguir a cultura é citada como a identidade da empresa e que para se conhecer uma empresa é preciso primeiro conhecer sua cultura, dessa forma demonstrando sua grande importância. 



domingo, 2 de outubro de 2016

Importância da Qualidade de Vida no Trabalho




Essa semana vamos retratar o assunto Qualidade de vida no trabalho que é muito importante, pois ajuda no desenvolvimento tanto profissional como pessoal do indivíduo, influenciando diretamente na produtividade da organização.
Uma organização que valoriza o trabalhador e investe em seu bem-estar, com certeza terá melhores resultados e trabalhadores mais satisfeitos e comprometidos. Esse investimento vai desde uma cultura organizacional bem planejada, que facilite a sua incorporação pelos funcionários até uma estrutura física confortável. Proporcionar um ambiente em que tenha uma convivência saudável e harmoniosa entre os trabalhadores, onde prevaleça a justiça e o respeito ao ser humano independente do cargo ou função na empresa.
A forma de trabalho nas organizações está em constante mudança e os trabalhadores devem se adaptar mais rápido a elas, a especialização é um pré-requisito fundamental, as pessoas podem estar em serviço a qualquer hora e em qualquer lugar, principalmente devido ao avanço da tecnologia, onde trabalhar em casa já é uma realidade atual. O mercado está mais competitivo fazendo com que a pressão por metas e resultados ser cada vez mais intensa. Tudo isso pode gerar nos trabalhadores problemas físicos e de saúde, dificuldades de relacionamento, síndromes, vícios entre outros. Cabe então às empresas construir um ambiente organizacional que possa amenizar um pouco os desgastes diários causados por tantas mudanças, criando programas incentivando a práticas de atividades físicas, ter uma alimentação saudável e incentivar o crescimento dos mesmos.
Como Consequência além da produtividade ser maior, como já citado, há uma melhora da imagem da organização, diminui o absenteísmo, reduz as faltas por motivos de problemas de saúde e enfermidades, melhora o trabalho em equipe entre outros diversos benefícios gerados. É o que descreve muito bem o artigo Qualidade de Vida no Trabalho versus Auto Realização Humana de Silvinha Moretti relacionando a Qualidade de Vida no Trabalho com a eficácia organizacional.
Outra contribuição importante para o tema está o vídeo explicativo de Limongi França – USP, abordando conceitos e programas voltados a qualidade de vida.




domingo, 25 de setembro de 2016

Estresse Ocupacional


Hoje falaremos de um assunto que interessa a todos, o estresse ocupacional. Afinal quem nunca vivenciou uma situação de estresse no trabalho? Pois bem, o estresse em geral é uma combinação de reações fisiológicas e comportamentais apresentadas por uma pessoa quando se sente ameaçado ou desafiado, sendo um processo dinâmico que se manifesta por meio de sintomas físicos, psicológicos e comportamentais.
Desta forma, o estresse ocupacional é o estresse sofrido dentro do ambiente de trabalho. Suas consequências é o que chamamos atualmente de Síndrome de Bournout, caracterizada por um estado de tensão emocional e estresse crônico provocado por condições de trabalho desgastantes. Abaixo encontra-se o link de uma reportagem que explica bem o que é a Síndrome de Bournout, suas causas e como tratá-la. Além disso, há um vídeo de uma entrevista com uma psicóloga que traz mais informações sobre esta síndrome.
As principais causas de estresse no trabalho são: chefe autoritário, desconfiança, pressões e cobranças, monotonia e rotina e insatisfação pessoal como um todo. Seus sintomas físicos são: dores de cabeça, dores musculares, insônia, alergias, queda de cabelo, mudança de apetite e esgotamento físico. Já os sintomas psicológicos são: memória fraca, tiques nervosos, isolamento e introspecção, sentimentos de perseguição, desmotivação e ansiedade. Se identificou com alguns deles? Você pode estar sofrendo de estresse ocupacional!
Não há como negar que existem profissões mais propensas a serem afetadas pelo estresse, apesar de todas estarem sujeitas a este mal. Na maioria das vezes, a síndrome atinge profissionais que lidam direto e intensamente com pessoas que influenciam suas vidas. É o caso de pessoas das áreas de educação, assistência social, saúde, recursos humanos, bombeiros, policiais, advogados e jornalistas. 
Buscando aprofundar mais, abaixo encontra-se o link de um artigo que procurou verificar os níveis de estresse dos líderes e gestores de uma empresa de médio porte de Canoas/RS, além de identificar os principais agentes estressores atuantes na organização e propor alternativas que visem minimizar os efeitos do estresse no ambiente organizacional. Com o estudo verificou-se que havia um estresse em nível médio na organização e que a empresa busca desenvolver programas de redução do estresse e melhoria da qualidade de vida no trabalho.
Podemos concluir então que o estresse ocupacional está cada vez mais presente no ambiente organizacional e também é um assunto de grande relevância para os gestores. É preciso se atentar a estes sintomas para que sejam evitados danos futuros para os colaboradores. 

Reportagem e vídeo
Artigo
Referências
ROBBINS, Stephen P. Fundamentos do Comportamento Organizacional. 8.ed. São Paulo: Pearson Prentice Hall, 2009

domingo, 18 de setembro de 2016

Cultura Organizacional

Resultado de imagem para cultura organizacionalA Cultura Organizacional se refere  a um sistema de valores compartilhados pelos membros de uma organização e que a distingue de outras. O autor Stephen p. Robbins, 2009, descreve que existem, um conjunto de sete características básicas que captam a essência da cultura. São elas:

  1. Inovação e propensão a riscos: grau em que os funcionários são estimulados a ser inovadores e a assumir riscos;
  2. Atenção aos detalhes: trata-se do grau esperado de precisão, análise e atenção aos detalhes;
  3. Orientação para os resultados: grau em que os dirigentes focam os resultados mais do que as técnicas e os processos empregados para alcançá-los;
  4. Orientação para as pessoas: grau em que as decisões dos dirigentes levam em consideração o efeito dos resultados sobre as pessoas na organização;
  5. Orientação para equipe: grau em que as atividades de trabalho são organizadas mais em função das equipes do que dos indivíduos;
  6. Agressividade: grau em que as pessoas, em vez de afáveis e acomodadas, são competitivas e agressivas;
  7. Estabilidade: grau em que as atividades organizacionais enfatizam a manutenção do status quo em contraste com o crescimento.
Cada características dessas, revelam um continuum, onde o grau varia de baixo a alto, e a partir dessas sete características que surge a compreensão entre os membros a respeito da organização de como as coisas são feitas e como devem se comportar. Enfim, a cultura organizacional diz respeito como os funcionários percebem essas sete características, como eles avaliam a organização. 
A cultura é importante pois fornece os padrões para fundamentar o que os funcionários podem dizer ou fazer, atuando como sinalizador de sentido e mecanismo de controle para orientar e dar forma às atitudes e comportamentos dos trabalhadores. 
Como complemento segue o link de um vídeo para complementar e introduzir sobre o que se trata a cultura organizacional:




Uma reportagem da revista veja de outubro de 2014 a autora faz um relato sobre " A Cultura organizacional importa ao escolher um emprego?" A autora demonstra que é necessário que as pessoas não analisem somente o cargo e os benefícios oferecidos, é preciso conhecer a cultura organizacional e identificar pontos que refletem seus valores pessoais, pois uma empresa pode servir para uma pessoas, mas pode não servir para outra. Segue o link da matéria para que vocês possam ler na integra essa matéria:




A organização é composta por várias partes e todas interligadas, cada uma parte define a sua estrutura total e através da sua cultura define toda sua função social e ajuda a montar sua estratégia. A cultura organizacional é importante para definir todos os meios e importâncias que a organização representa e dessa forma trouxemos um artigo todo estruturado nesse tema que fala sobre a influência da cultura na estratégia. Esperamos que gostem e se sintam satisfeitos com essa nossa contribuição a respeito da Cultura Organizacional. Segue o link do artigo abaixo:

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

O Poder da Estrutura Organizacional

        Como vimos no post passado cada empresa define a estrutura que melhor lhe atende, ela pode ser funcional, onde a estrutura e o organograma são definidos de acordo com as funções; ela também pode ser linear onde a hierarquia é muito bem definida ou também pode ser linha-staff, onde o líder passa a ser assessorado; entre outras.
      O que sabemos é que a estrutura organizacional tem um imenso poder sobre os colaboradores, podendo influenciar diretamente e também nas suas atitudes. O que é certo é que nem todos os colaboradores sentem tamanha liberdade em empresas com estrutura orgânica, as organizações sem fronteiras, "achatado". Sempre vão existir aqueles que se sentem mais satisfeitos e produtivos em uma empresa mais padronizada, a mecanicista, com extensas departamentalizações. 
        No vídeo a seguir o Professor Silmar Neckel do Rico Domingues explica bem as características de uma estrutura orgânica e mecânica. 



         Um aspecto relevante que devemos levar em consideração é a mudança da estrutura organizacional enfrentada pelas empresas. Constantemente nos deparamos com notícias de que empresas estão mudando suas estruturas para melhor se adaptarem ao mercado que está em constante evolução, o que afeta também os seus colaboradores que acabam perdendo seus postos para que pessoas com novas ideias entrem e façam a diferença.
         Um bom exemplo é o caso da Microsoft que em 17 de Junho de 2015 anunciou mudanças na sua estrutura e uma nova liderança, nessa movimentação um dos maiores executivos deixou a empresa.

Foto: Google Imagens


        Essas mudanças na estrutura organizacional podem influenciar a cultura da empresa, os colaboradores e seus resultados. Essa mudança na Microsoft, como é citado na matéria acima, foi para se manter forte e ativa em um mercado que enfrenta constantes mudanças, fazendo dessa forma para que não perdessem espaço. O que fica disso tudo é que nós administradores devemos sempre nos atentar as mudanças que o mercado sinaliza, seja em qual âmbito for. Não podemos prever o que irá acontecer no mercado, mas devemos sempre estar atentos e perceber as mudanças para que dessa forma possamos conseguir nos antecipar.

domingo, 4 de setembro de 2016

Estrutura Organizacional





            Quando observamos uma empresa superficialmente e do lado de fora não percebemos o quanto ela é movida a engrenagens bem definidas que fazem todo o processo de entrada de matérias-primas e saída de mercadorias para o mercado consumidor ser realizado. Uma empresa para funcionar precisa de ser bem dividida internamente, com funções e cargos bem definidos e funcionários alocados em posições e atividades corretas. Nesse sentido entra o contexto de estrutura organizacional como um “instrumento administrativo resultante da identificação, análise, ordenação e agrupamento das atividades e dos recursos das empresas, incluindo o estabelecimento dos níveis de alçada e dos processos decisórios, visando ao alcance dos objetivos estabelecidos pelos planejamentos das empresas.”(Oliveira,2006).
Todo esse processo de estruturação envolve tempo, custos e devem ser bem definidos para o sucesso da organização. Podem ser formais com definição hierárquica clara, normas e processos são planejados, com líderes bem definidos e representada por um organograma e podem ser informais através da interatividade social dos membros da organização que vai muito além do organograma apresentado e é muito importante para a empresa.
Cada empresa define a estrutura que melhor lhe atende, aqui cito alguns dos vários tipos de estruturas existentes. Algumas empresas podem ser funcionais, a estrutura e o organograma são definidos de acordo com as funções, onde em mesmo nível estão agrupadas pessoas com as mesmas habilidades, conhecimento e atividades, podem ser divididos em departamentos (Engenharia, processos, Financeiro, Produção). Algumas são lineares com autoridade bem definida, cada um é responsável por seus subordinados e ponto, não há divisões de responsabilidades entre um nível e outro, é a mais antiga. Há empresas que podem ser linha-staff, o líder passa a ser assessorado por órgãos de staff, com sugestões, consultoria e prestação de serviços. Existe também a estrutura por região (norte, sul, sudeste), por processos ( corte, acabamento, pintura),por projetos, mista(onde engloba várias estruturas dependendo do caso) e Matricial (em que um setor é supervisionado por duas gerências ao mesmo tempo).




Como forma de exemplificar como funciona uma estrutura organizacional no link abaixo há um vídeo sobre a estrutura de uma agência de publicidade, de forma bem explicada interessante. Todas as áreas devem estar bem integradas, mais são definidas por funções e processos. Como  a empresa de publicidade, a estrutura pode variar de acordo com a necessidade, por novas aquisições, por ampliação e até por mudanças na gerência como é o caso do próximo link do site da revista Veja sobre o a reformulação da estrutura da Companhia aérea Gol. Muito interessante também é o artigo abaixo relacionando a estrutura organizacional e a teoria contingencial em uma empresa de montagem e fabricação de equipamentos de empresa industriais. Após essa breve explicação e dos matérias de apoio anexos abaixo espero que a compreensão interna se torne mais clara para a compreensão de todos. Até breve pessoal!!!



Referências:

CHIAVENATO, I. Administração de Empresas: uma abordagem contingencial. 2. ed. São Paulo: McGraw-Hill, 1987.
https://www.marilia.unesp.br/Home/.../texto-estruturas-organizacionais-conceitos.doc